A CIÊNCIA AGONIZA NO AMAZONAS

A CIÊNCIA AGONIZA NO AMAZONAS

Está no jornal da SBPC. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) destinou R$ 1,15 bilhão a pesquisas científicas e tecnológicas desenvolvidas naquele estado em 2014, montante 4,5% acima do ano anterior, proporcional, naturalmente, à grandiosidade de São Paulo. A lógica está corretíssima! Em tempos de crise, investir em CT&I é essencial para mais rápido livrar-se dela. Enquanto isso, em plagas amazonenses, as coisas caminham rumo a uma tragédia maior. Ao lado da extinção da SECTI, cujas atividades sumiram do mapa, os indicadores dão conta de que, nos primeiros sete meses deste ano, os recursos executados pela FAPEAM apresentaram uma redução de 57,2% em relação a 2014 e de 39,2 em relação a 2013. Sem contar com os já recorrentes atrasos no pagamento dos bolsistas de iniciação científica, mestrado e doutorado. E pensar que o Amazonas, que já foi referência nacional nos últimos dez anos, pouco a pouco vai sumindo do mapa da ciência brasileira.

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