A TEMERÁRIA SAGA DE TEMER E SEUS BONS COMPANHEIROS

A TEMERÁRIA SAGA DE TEMER E SEUS BONS COMPANHEIROS

       A história se deu assim. Temer, o traíra do Jaburu, convidou um grupo de bons companheiros para dar sustentação ao golpe que ele planejara com Eduardo Cunha, o correntista suíço. Em menos de trinta dias, 2 deles se viram obrigados a sair de fininho, encalacrados na Lava Jato, Romero Jucá à frente. Restaram 15, dos quais 9 lembrados pelos delatores da Lava Jato e 6 com folha corrida tingida por diversas investigações outras. Do grupo dos 9, hoje foi a vez de Henrique Eduardo Alves bater em retirada, alvejado que foi pelo afiado machado do ex-senador tucano e delator Sérgio Machado, ex-presidente da Transporto. Restam, ainda, 14 já bem além de maduros, fazendo malabarismos para não cair da árvore, inteiramente podre por dentro. Pra completar o quadro, Temer, o usurpador, entrou na linha direta da propina de Machado. Revoltado, o traíra reuniu seus bons companheiros no Planalto e afirmou que as denúncias de Machado são “levianas”. Machado não contou dúvida. Partiu para o confronto. Emitiu uma nota rebatendo as alegações de Temer, o golpista, e confirmando ter-lhe repassado um gracioso mimo de R$ 1,5 milhão em propina para a campanha de Gabriel Chalita em 2012. Como se pode ver, a coisa ficou tensa. Independente, porém, do próximo desfecho, já há dados suficientes para a pergunta: isso é um governo interino ou uma quadrilha de saqueadores?

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